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En el Otoño de 2003 comenzamos a preguntarnos por
el "fin de la infancia", ese día cualquiera
en el que nos hacemos adultos.......
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Esta
vez, Doña Flor, en Paraty,
Brasil, preguntó ¿Cuándo
termina la infancia? Y respondieron:
Pierre Michon (Francia)
Rosa Montero (España)
Miguel Souza Tavares (Portugal)
Luis Fernando Verissimo (Brasil)
Isabel Fonseca (U.S.A.)
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Pierre Michon
- Francia:
Tal vez jamás...O tal vez cuando se tiene
un hijo...se pasa del ser (hijo) al tener...
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Nasceu em 28 de março de 1945 na cidade de
Cards. Estudou Letras na Universidade de Clermont-Ferrand,
onde defendeu tese sobre o teatro de Artaud. Por muito
tempo sua produção consistiu em ensaios
sobre teatro e literatura. Seu primeiro romance, Vies
Minuscules, lançado em 1984, foi muito
bem recebido pela crítica e conquistou o Prix
France Culture. Escreveu outras obras marcantes como
Rimbaud, o Filho (1991), La Grande Beune
(1996) e Abbés (2002), afirmando-se
como uma das vozes mais originais da literatura francesa
contemporânea. Michon vive atualmente em Nantes.
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Obra publicada no Brasil:
Rimbaud, o Filho (Sulina), 1991
Outras obras: Abbés (Verdier)
Corps du Roi (Verdier)
Mythologies d'Hiver (Verdier)
Trois Auteurs (Verdier)
La Grande Beune (Verdier)
Le Roi du Bois (Verdier)
Maîtres et Serviteurs (Verdier), Master &
Servants (Mercury House, ING)
Vie de Joseph Roulin (Verdier)
Vies Minuscules (Gallimard) |
Rosa Montero - España:
Creo que los artistas en general y novelistas en particular
somos personas que no hemos crecido y en ese niño
interior reside la creatividad.
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Hay en los artistas en general una falta de acomodamiento
a la realidad, como si no hubieran encontrado su lugar
en el mundo, como si nunca estuvieran bien insertados
en la realidad...tal vez la infancia sea ese estado...
Nascida
em Madri, em 1951, Rosa Montero se apaixonou pelas
letras logo na infância, mergulhando nos livros
entre os 5 e os 9 anos por conta de uma tuberculose
que a confinou em casa. Jornalista, colaborou com
várias publicações até
se tornar uma grife do principal jornal espanhol,
El País. Começou em 1977 a realizar,
para o suplemento dominical do jornal, entrevistas
marcantes que lhe valeram diversos prêmios e
a transformaram num nome nacional. Em 1980 tornou-se
redatora-chefe de "El País Semanal".
Um ano antes, estreara na literatura com o romance
Crónica del Desamor.
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Seu La Hija del Caníbal, de 1997, foi adaptado
recentemente para o cinema. O último romance, La
Loca de la Casa (2003), será seu primeiro lançado
no Brasil - em 2004, pela Ediouro. O livro acaba de ser
eleito o melhor de 2003 por leitores de um grupo de influentes
revistas espanholas.
O sucesso de ficções posteriores como La
Función Delta (1981), Te Trataré Como a
una Reina (1983) e Amado Amo (1988) fez dela uma escritora
muito popular na Espanha, além de admirada pela
crítica. Nos anos 1990, publicou livros infantis
em torno da personagem Bárbara.
Principais obras:
La Loca de la Casa (Alfaguara)
El Corazón del Tártaro (Espasa)
La Hija del Caníbal (Espasa)
Bárbara contra el Doctor Colmillos (Alfaguara)
El Viaje Fantástico de Bárbara (Alfaguara)
Las Barbaridades de Bárbara (Alfaguara)
Bella y Oscura (Seix Barral)
Temblor (Seix Barral)
Amado Amo (Debate)
Te Trataré Como a una Reina (Seix Barral)
La Función Delta (Debate)
Crónica del Desamor (Debate)
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Miguel Souza Tavares - Portugal
"Quando se tem um filho, pelo menos assim foi
para mim. Tinha deixado ser uma pessoa de quem tomavam
conta e passei a ser uma pessoa que tomava conta de
alguém. Essa é a primeira morte da infância.
E a mais importante"
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Colunista do jornal Público, colaborador da
revista Máxima e comentarista da RTP, Miguel
Sousa Tavares é um dos jornalistas mais famosos
e controvertidos de Portugal. Dono de opiniões
fortes, trava polêmicas em vários campos:
política, literatura, esportes e outros. Sua
bibliografia é bem diversificada. Há
livro de viagem (Sul - Viagens), crônicas (Anos
Perdidos), ficção com um pé na
reportagem (Não Te Deixarei Morrer, David Crockett),
romance com um pé na História (Equador)...
Seu primeiro livro a ser lançado no Brasil
- pela Nova Fronteira - será exatamente Equador,
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cujo protagonista é Luís Bernardo, o nobre
que em 1905, no ocaso da monarquia portuguesa, assumiu
o posto de governador da colônia de São
Tomé e Príncipe, mudando por completo
a vida da ilha e a sua própria vida. Sousa Tavares
é, ainda, um apaixonado por futebol, sendo torcedor
fanático do Porto.
Obras:
Equador (Oficina do Livro)
Anos Perdidos (Oficina do Livro)
Não te Deixarei Morrer, David Crockett (Oficina
do Livro)
Sul - Viagens (Relógio D'Água)
O Segredo do Rio (Relógio D'Água)
Um Nómada no Oásis (Relógio D'Água)
O Dia dos Prodígios (Europa-América)
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Luis Fernando Veríssimo -
Brasil: "Escutei uma frase que diz: ' Velhice
é apior coisa que pode acontecer a uma criança'.
Então, acho que a infância não
termina nunca, a sua maneira de imaginar, de ver a
vida, isso não envelhece."
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Nascido em 1936, filho do grande escritor gaúcho
Erico Verissimo, Luis Fernando Verissimo começou
a mostrar nos anos 1970 seu talento como cronista,
humorista e cartunista. Em colunas no Jornal do Brasil
e na revista Veja se afirmou como um dos grandes articulistas
da imprensa brasileira. Hoje tem colunas em O Globo,
Estado de S. Paulo e Zero Hora. Nos anos 1990, a adaptação
de crônicas suas para a TV nos programas "Comédias
da vida privada" impulsionou a venda dos livros.
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Atualmente, é um dos autores mais populares do
país, e títulos como As Mentiras Que os
Homens Contam, Sexo na Cabeça e Gula - O Clube
dos Anjos são best-sellers. Amante do jazz, é
ainda saxofonista, fazendo parte do grupo Jazz 6.
Principais
obras:
Banquete com os Deuses (Objetiva)
Todas as Histórias do Analista de Bagé
(Objetiva)
Sexo na Cabeça (Objetiva)
A Mesa Voadora (Objetiva)
Comédias para Se Ler na Escola (Objetiva)
As Mentiras Que os Homens Contam (Objetiva)
Borges e os Orangotangos Eternos (Companhia das Letras)
Gula - O Clube dos Anjos (Objetiva)
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Isabel Fonseca -
EUA:
"mais ou menos aos 30 anos. O final da infância,
assim como de tudo hoje em dia, está sendo
cada vez mais adiado. Vem geralmente com a independência
financeira"
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Ao contrário do que muita gente pode imaginar,
Isabel Fonseca não é uma cigana. Uruguaia
de nascimento naturalizada americana, filha de um
escultor e de uma pintora, ela é, sim, uma
jornalista que se dedicou a uma grande pauta com paixão
raras vezes vista na profissão. Durante quatro
anos, acompanhou grupos de ciganos da Albânia
à Polônia, ouvindo suas histórias,
decifrando seus tabus e aproximando-se de seus líderes.
O resultado foi Enterre-me de pé, lançado
em 1996, um dos mais completos e tocantes retratos
já feitos dos roma - nome que os ciganos dão
ao próprio povo.
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Sua produção literária inclui ainda
um livro escrito "a seis mãos" com
o poeta Alan Jenkins e a crítica de arte Karen
Wilkins sobre seu irmão Bruno Fonseca, um talentoso
pintor que morreu em 1994, aos 36 anos. Vivendo hoje
na Inglaterra, Isabel é casada com o também
escritor Martin Amis, com quem tem duas filhas
Obras
Enterre-me de pé (Companhia das Letras)
Bruno Fonseca - The Secrete Life Of Painting (com Alan
Jenkins e Karen Wilkins) (Brooklyn Museum of Art)
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